Freitas do Amaral, que fez parte de governos da Aliança Democrática (AD), entre 1979 e 1983, e mais tarde do PS, entre 2005 e 2006, após ter saído do CDS em 1992, ressalvou que respeita a opção das pessoas que “ficam quase sempre onde começaram”, mas realçou que no seu caso “as coisas aconteceram de forma diferente”.
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